Além das provas de pista Iêda também competiu na estrada e foi onde ela teve o seu melhor resultado: Ouro para o Brasil (foto ao lado).
“Na minha época o atleta tinha que correr tudo e, no fim, correr o risco de se dar mal em tudo. Mas eu estava até bem preparada antes de chegar à Venezuela, pois acabara de passar uns meses treinando nos EUA, acho que isso contribuiu bastante para o meu bom resultado”.
“Na pista foi difícil competir, principalmente pela falta de equipamento e o treino inadequado. Mesmo minha característica ser melhor na velocidade, sem equipamento e com um treinamento que me deixava cada vez mais lenta foi complicado. Competi na pista com uma bike muito velha tamanho 54. Mesmo assim, lembro do técnico da seleção da Venezuela e da Colômbia terem vindo falar comigo que eles ficaram impressionados com minha performance. Um deles até chegou a falar que o meu pedal era tão forte como de um homem.”
Neste mesmo ano, Ieda conquistou sua segunda medalha de prata em Panamericanos (foto acima), já que havia conseguido a mesma colocação em 1988, na prova de velocidade individual. |
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Foto: Divulgação
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